Dama do Bling - Chamada Para Deus [Hip Hop]
Djick Rock Feat. Good Boy - R.I.P Mastoni [Hip Hop]
A nova música "R.I.P Mastoni", de Djick Rock com a participação de Good Boy, é uma homenagem carregada de emoção e respeito à memória do rapper MC Mastoni, que perdeu a vida recentemente num trágico acidente de viação quando regressava de um espetáculo em Mafambisse, na província de Sofala. Conhecido por representar a cidade da Beira e por utilizar o rap como ferramenta de reflexão social, Djick Rock transforma a dor da perda em versos sinceros, recordando não apenas o artista, mas também o amigo e o jovem talento que ainda tinha muito para oferecer ao Hip Hop moçambicano. Good Boy acrescenta sensibilidade à faixa, reforçando o sentimento de luto e de união entre os músicos da região centro. Mais do que uma despedida, "R.I.P Mastoni" serve para eternizar o legado de um rapper que conquistava cada vez mais espaço com músicas de intervenção social e preparava novos lançamentos antes da sua morte prematura. A mensagem é clara: enquanto a voz de Mastoni se calou, as suas ideias, a sua coragem e o impacto da sua música continuarão vivos através daqueles que partilharam a caminhada com ele. É uma homenagem simples, sentida e verdadeira, que mostra como o Hip Hop também sabe unir-se nos momentos mais difíceis.
Kabza De Small, Stakev & XDuppy - Rekere Scene [Amapiano]
OSKIDO, SALIMA CHICA, Bun Xapa, Argento Dust - Tiki Tiki 2.0 (Extended) [Afro House]
Silyvi, Dorivaldo Mix, Raul Tolingas - Sanfona (Original Mix) [Afro House]
Viber Music Promo - Homenagem a MC Mastoni Último Adeus [Hip Hop]
Johnny Bravoo feat. Trovoada - Banda [Hip Hop]
Nova Tropa Do Adoço, Tshunami - To Aqui [Kuduro]
XDuppy & Mluusician - Jonasi (Cut) [Amapiano]
Daliwonga - Simi Kanje (feat. Focalistic & Mas Musiq) [Amapiano]
Blow258 feat. Eazy-K - Parte Parte [Amapaino]
Kelvin Momo - Basically [Amapiano]
Djorge Cadete - Hóo Landa (Extended Mix) [Afro House]
Chle; XDUPPY; Sthibo de Beat - Mama [Amapiano]
Ivandra Caxarel, John Trouble - Money [Hip Hop]
Calisto Ferreira feat. Dj Sam Gold - Marta (Rework) [Ghetto Zouk]
Professor Analfabeto ft Hyro & Da-Bloudy - Onde e que Estavas [Rap]
O Professor Analfabeto é um rapper moçambicano ligado ao coletivo 9Na Cons (Nona Constelação), um grupo de Hip Hop formado na cidade da Matola, província de Maputo. O coletivo tornou-se conhecido por produzir um rap de intervenção social, abordando temas como desigualdade, identidade, cultura urbana e justiça social, princípios que também se refletem no trabalho do Professor Analfabeto.
Dentro da cena underground, o Professor Analfabeto destaca-se pela escrita consciente, pelas metáforas e por uma abordagem que privilegia o conteúdo em detrimento de tendências comerciais. O seu nome artístico representa uma provocação ao próprio sistema de conhecimento, transmitindo a ideia de que a verdadeira sabedoria vai além dos títulos académicos. As suas letras costumam incentivar o pensamento crítico e a reflexão sobre questões sociais, culturais e espirituais, mantendo-se fiel à essência do Hip Hop.
Além da carreira a solo, integra projetos coletivos da 9Na Cons, colaborando frequentemente com outros membros do movimento. Entre as suas participações e parcerias encontram-se artistas como Mill Skills, Last Thief, Bogn'face, Ramadenny, Hyro e Da-Bloudy, nomes que fazem parte da nova geração do rap moçambicano e ajudam a fortalecer a identidade artística do coletivo.
Um dos seus trabalhos mais recentes é a EP "Prova Oral", composta por quatro faixas:
- Atravessando Fronteiras (feat. Mill Skills & Last Thief)
- Venia ao Madala (feat. Bogn'face & Ramadenny)
- Onde é que Estavas (feat. Hyro & Da-Bloudy)
- Salmo de Davi
Neste projeto, o Professor Analfabeto demonstra versatilidade ao abordar temas como respeito pelos mais velhos, identidade, espiritualidade, vivências do quotidiano e valorização da cultura Hip Hop.
Embora ainda seja um nome em crescimento no panorama nacional, o Professor Analfabeto tem vindo a consolidar o seu espaço através da autenticidade das suas composições, da consistência do seu trabalho e da forte ligação ao movimento 9Na Cons, sendo apontado como uma das vozes promissoras do rap moçambicano contemporâneo.
Professor Analfabeto ft Mill Skilils, Last Thief - Atravessando Fronteiras [Rap]
O Professor Analfabeto, membro do coletivo 9Na Kons, é um dos nomes que têm mantido viva a essência do rap underground moçambicano, apostando em letras conscientes e numa escrita que privilegia a mensagem acima das tendências comerciais. Na EP "Prova Oral", a faixa "Atravessando Fronteiras", com as participações de Mill Skills e Last Thief, resume bem essa identidade. Em vez de falar apenas de fronteiras geográficas, os três rappers usam a música para refletir sobre os limites que impedem o crescimento do Hip Hop independente, apontando a falta de investimento financeiro, a escassez de apoio intelectual e a pouca valorização de conteúdos com mensagem como alguns dos principais obstáculos para que muitos artistas alcancem uma dimensão maior. A faixa também transmite a ideia de que talento, por si só, nem sempre basta; é preciso estrutura, visão e um público disposto a apoiar projetos que acrescentem valor à cultura. Sobre um instrumental sóbrio e fiel à estética do rap underground, cada MC apresenta versos que reforçam a importância da união, da persistência e da autenticidade, mostrando que "atravessar fronteiras" significa também romper barreiras impostas pela indústria, conquistar novos públicos e provar que o Hip Hop consciente continua a ter espaço e relevância dentro e fora de Moçambique. Embora exista pouca informação pública detalhada sobre o Professor Analfabeto, o seu percurso ligado à 9Na Kons demonstra um compromisso consistente com a cultura Hip Hop e com a construção de uma música que privilegia conteúdo, identidade e reflexão social.
12 FURUS - Ronilson Gonçalves Miguel [BIOGRAFIA]
12 Furos, nome artístico de Ronilson Gonçalves Miguel, é um rapper angolano natural de Luanda, mais concretamente do município do Cazenga, uma zona conhecida por revelar grandes nomes do Hip Hop angolano. Desde cedo desenvolveu uma forte ligação com a música e com a realidade das ruas, elementos que mais tarde se tornariam a base das suas composições. Antes de se dedicar totalmente ao rap, sonhava seguir carreira no futebol, mas acabou por encontrar na música a melhor forma de expressar as suas vivências e opiniões.
A sua carreira começou a ganhar destaque no movimento RAP-CIA e, posteriormente, como membro do grupo Séketxe, um coletivo respeitado pela autenticidade das suas letras e pelo compromisso com o Hip Hop de intervenção. Durante algum tempo também foi conhecido pelo nome artístico Cocaína Preta, antes de adotar definitivamente o nome 12 Furos, identidade pela qual se tornou reconhecido no panorama musical angolano.
O estilo de 12 Furos caracteriza-se por uma escrita crua, direta e profundamente ligada à realidade social. Nas suas músicas aborda temas como corrupção, desigualdade social, vida nos bairros, superação, dependência química, resistência urbana e orgulho nacional, mantendo sempre uma postura crítica e consciente. Essa forma de escrever fez com que muitos o considerassem uma das vozes mais fortes da nova geração do rap angolano.
Ao longo da carreira lançou vários singles e EPs que reforçaram a sua posição no Hip Hop angolano. Entre os trabalhos mais conhecidos destacam-se "O País Tá em Depressão", uma crítica às dificuldades económicas e sociais vividas em Angola, "A Cara de Angola", projeto que reforça a sua identidade artística, e os EPs "Rebeldes", "Mete Dica" e "Underground", nos quais continua a defender um rap de rua, consciente e representativo do quotidiano angolano.
Além do reconhecimento do público, 12 Furos consolidou-se como um dos rappers mais ouvidos da nova geração em Angola, acumulando uma audiência significativa nas plataformas digitais e conquistando milhares de ouvintes mensais. O seu trabalho tem sido elogiado pela capacidade de unir técnica, mensagens de impacto e identidade cultural, mantendo-se fiel às raízes do Hip Hop mesmo com o crescimento da sua popularidade.
Hoje, 12 Furos é visto como uma das referências do rap angolano contemporâneo, representando a voz das ruas e da juventude. As suas músicas refletem a realidade do povo angolano, incentivam a reflexão sobre os problemas sociais e demonstram que o Hip Hop continua a ser uma poderosa ferramenta de consciencialização e transformação social.















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