Major League Djz, Thatohatsi, Thabza De Soul & MoIsh feat. Untitled Audio - Hlanya [Afro House]
Matute Boy, Mulest Vankay, Xduppy, Mellow & Sleazy, DJ Maphorisa - O Batla Nako Or Chelete [Amapiano]
Mellow & Sleazy; Benzoo; Lowbass Djy - Thunderstorm (feat. Al Xapo, Sizwe Alakine, Matute Boy & 1F4OUR1) [Amapiano]
Jimmy P, Deezy - Alta Cultura - A Sós [Hip Hop]
Luso, Racker Strong - Terra do Nunca [Rap]
Claude9 - Shit Is Over (feat. Maduro Mc) [Hip Hop]
A track Shit Is Over do Claude9 (rapper do Zimbabwe) feat. Maduro Mc (da Beira, Moçambique) é um lançamento bem fresco e direto no estilo de rap/trap lusófono africano, com aquela vibe de desabafo romântico misturado a shade pesado. o tema central sendo o fim de uma relação sem volta por causa da ambição da moça que ia além do amor , é uma música de "fechamento de ciclo" bem crua e sem romantização excessiva.
O Claude9 (com flow mais zimbabuense, talvez influenciado pelo Zim hip-hop que trás inglês ) e o Maduro Mc (da cena da Beira, que tem um som mais moçambicano, agressivo e local) criam um contraste interessante: um traz a perspectiva "de fora" e o outro a energia da rua beirense.
O título já entrega — "Shit Is Over" é direto, quase agressivo, como se fosse um "acabou, ponto final, sem volta". Tem um refrão cativante com repetição dessa frase, 808s pesados, um sample/melodia melancólica no fundo pra contrastar com as barras afiadas. Letras com linhas tipo "Teu Amor é uma Bolada, eu dava o meu melhor, mas o melhor não bastava" e indiretas sobre luxo, redes sociais, etc.
Zimbabwe + Moçambique é uma collab legal pra cena lusófona/anglófona do sul da África. Ajuda a música a circular entre públicos diferentes — Zimbábue tem uma cena rap forte (tipo Voltz JT, Holy Ten), e Moçambique (especialmente Beira encontramos, Dragon Mc, Bullet, Ell Brain, Dedecco, 4 ases, Django da Galaxia, Jo Savara) tá com MCs independentes ganhando tração no SoundCloud/YouTube. O nome "Maduro Mc" já carrega um ar de troll/político (referência ao Maduro da Venezuela), o que pode ser intencional pra dar um toque satírico ou só pra soar "pesado".
John Diaz - Posso Ate Nao Te Dar Flores (Afro Mix) [Afro Beat]
Buddynice - Static Between Us [Afro Deep House]
Raphael Danso & Dom Caetano - Vizinho (Cara de Pau) [Afro House Mix]
Zee Nxumalo, Dlala Thukzin, Funky QLA, Shakes & Les, MK Productions - Awe Mah [Afro House]
Francis Mercier, Madmix, Toshi - Unjust [Afro House]
Duc - Nem Sempre São Flores [EP]
Dj Maphorisa x Pale Moloi & Ase Brown - Ngaphandle Kwakho (feat. E&V Music & Dj Raybel) [Amapiano]
Kabza De Small - Papta [Album]
- Papta Intro (abertura atmosférica que define o tom)
- Dlozi Lami feat. Nobuhle (vocal poderoso e soulful, já com buzz)
- Hlala Phansi feat. Zawadi Yamangu (vibe mais introspectiva e dançante)
- Outras como possíveis "Swing Papta" (que circulou como single/unreleased antes, agora integrado), e feats com nomes quentes da cena amapiano.
7AL3M - O Meu Lugar [Afro Pop]
"O Meu Lugar" do 7AL3M (Sete Além) continua sendo um dos maiores sucessos da cena afro-pop lusófona em 2026, mesmo tendo saído em 19 de novembro de 2025 como single independente (via ONErpm). O áudio oficial no YouTube já ultrapassou os 6 milhões de views (e contando!), com lyric videos adicionais somando centenas de milhares, e streams no Spotify na casa dos 3.8 milhões (e subindo rápido, especialmente em Mocambique, Angola, Portugal e comunidades africanas).
É uma faixa de afro-pop uplifting, com duração de 3:29, 100% produzida, gravada e composta pelo próprio 7AL3M — um artista/DJ/produtor com raízes fortes em Angola (influências de kizomba, semba e tradições africanas), mas com som moderno e global. A letra é poética e cheia de orgulho cultural: celebra o "meu lugar" como a terra natal, com imagens lindas como "luz que ilumina a distância", "mulher com olhar de esperança", "música que faz o sol dançar", "suor misturado com fé", "dança que sopra no pé" e o refrão icônico:
Minha Terra ê… A ê... Minha terra tem gosto de café... É onde o amor não perde a fé E a saudade tem maré
Tem um ar de hino à África (muitos fãs angolanos e moçambicanos se identificam forte com o "gosto de café" e a saudade com maré), mas também pode ser interpretado como um lugar emocional — uma pessoa amada ou refúgio interno ("Onde o Meu coração pisa descalço é onde eu conheci você"). O tom é positivo, dançante e nostálgico ao mesmo tempo: batida groovy com percussão leve, guitarra cativante, melodia que gruda e voz quente que transmite emoção genuína.
Filomena Maricoa - Meu Homem [Kizomba]
Filomena Maricoa (cantora de Nampula, com carreira sólida em kizomba desde hits como "Não Vai Dar", "Dor de Cotovelo" feat. Messias Maricoa, "Teu Toque", e lançamentos recentes de 2025 como "Tchila", "Pouco Pano", "Moral" e "Chama") entrega aqui uma kizomba clássica, envolvente e sentimental: melodia suave com guitarra característica, percussão leve e voz doce, mas cheia de emoção e maturidade. A letra mergulha na celebração do amor dedicado — "meu homem" como parceiro ideal, cumplicidade, admiração e aquela conexão profunda que resiste ao dia a dia. É romântico puro, sem exageros, com frases que tocam direto no coração (tipo declarações de lealdade e paixão cotidiana), ideal para dedicatórias pós-Valentine's ou casais dançando em casa.
Profano - Chancela Para São Valentim [EP]
"Chancela Para São Valentim" (ou "Chancela Pra São Valentim") é o novo EP do rapper moçambicano Profano, lançado exatamente no Dia dos Namorados, 14 de fevereiro de 2026, pela Bomba Music Recordz com o estilo "Ah Ndombeni Style 2026 Ultra Pro Max" (como ele mesmo promove nas redes). É um projeto dedicado ao mês do amor, com 5 faixas incluindo o Intro (ou sons, como chamam na cena local), pensado para celebrar (ou refletir sobre) o romantismo, paixões, chances no amor e vibes de São Valentim — tipo uma "chancela" (selo/aprovado) para o feriado romântico, mas com o twist rap de Profano.
O EP saiu com contagem regressiva forte nas redes (Facebook do Langa Empire, Instagram do artista e páginas como HORAS - Rap Moz em Movimento), teasers tipo "Dominant Chancela Pra São Valentim EP ❣️ 14 de Fevereiro" e promoções para download/escuta no YouTube (playlist ou canal oficial com o EP completo: links compartilhados como "Chancela Para São Valentim EP" no YouTube).
Sonoramente, Profano (rapper da cena moçambicana, com flow consciente, street e emotivo, ligado à Bomba Music) mistura rap romântico com toques de trap, afrobeat leve e melodias suaves — não é kizomba pesada, mas rap que fala de sentimentos, medo de amar, assumir paixões e mazelas do amor atual (como em posts sobre ego/orgulho destruindo relações). Tem aquela energia de "não tenhas medo de amar, assume os teus sentimentos", perfeita para dedicatórias ou playlists de casal pós-Valentine's, mas com punchlines e storytelling que mantêm o rap raiz.
Fermon Mondlane ft Nikotina KF - Comeu ou Não Comeu [Amapiano]
Ell Brain x Last Black x MF Young C x Kaprazin x Dragon MC x Coronel Xerife - Cypher 1.0 [Rap]
"Cypher 1.0" do coletivo Ell Brain x Last Black x MF Young C x Kaprazin x Dragon MC x Coronel Xerife é o primeiro grande cypher do ano na cena rap da Beira (Sofala, Moçambique), lançado fresquinho em fevereiro de 2026 — exatamente no timing em que a galera tá comentando que "Beira é wawa" (não é à toa, a cidade tá entregando pesado!). O vídeo oficial saiu no YouTube (canal principal: https://www.youtube.com/watch?v=0sxqxruxHSs, produzido por Yeyo na parte visual), com uploads e reposts em canais como Ver Moçambique TV, Zuwera Music TV e Mil Decibéis Records, views ainda crescendo (dezenas a centenas por canal em poucos dias, mas com buzz orgânico no Facebook e grupos locais).
É um cypher clássico de rap moçambicano: beat cru, old school com boom bap ou trap leve, scratches ou samples minimalistas, e cada MC entrando com seu verso afiado, flow variado e punchlines que representam a zona centro. Os artistas envolvidos são da cena underground/beirense:
- Ell Brain (provavelmente o líder ou organizador, com energia intensa e storytelling direto)
- Last Black (flow agressivo, street vibes)
- MF Young C (jovem promessa, versos rápidos e modernos)
- Kaprazin (pegada mais consciente ou lírica)
- Dragon MC (talvez o mais "dragon" no fire, versos flamejantes)
- Coronel Xerife (nome que sugere autoridade no mic, punchlines pesadas e presença forte)
O som é daqueles que celebram a união da cena local: representa a Beira como hub de rap em Moçambique, com letras sobre superação, rua, ambição, crítica social e orgulho da cidade — típico dos cyphers que surgem para mostrar que "aqui também tem talento bruto". Não é produção mega polida (é independente, roots), mas tem autenticidade que pega: flows complementares, sem ego excessivo, e uma energia coletiva que faz querer ver mais volumes (daí o "1.0" sugerindo sequências).
No Facebook e grupos moçambicanos, tá rolando hype tipo "um dos melhores cyphers de 2026 até agora", "Beira tá on fire", com shares em páginas de música local e comentários pedindo Cypher 2.0.
DJ Malvado - Feelings in Motion [EP]
Nelson Freitas - Hero (DJ Callas Remix) [Afro Pop]
Xduppy x Djy Vino - Jappi Wav [Amapiano]
Dj Filipe Narciso, Sara Saka - Kuyuyu [House Music]














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